2022 vai ser uma ano repleto de desafios para todos os envolvidos na Fórmula 1. Novo regulamento técnico, maior limite orçamental e mais corridas, por exemplo.
Vão ser 23 corridas entre os meses de março e novembro, um calendário como nunca existiu na competição. Para além do esforço pedido aos funcionários das equipas e de todas as organizações que trabalham para que se realizem os GP’s, também a logística teve de ser bem estudada.
O diretor desportivo da Fórmula 1, Steve Nielsen, deixou claro que embora o calendário seja “extremo”, foi bem planeado com os parceiros para ser exequível.
“A logística é outra forma de Fórmula 1 que é extrema. Está no limite”, afirmou Nielsen. “Não entramos nisto de olhos fechados. Sabemos o que é possível, e sabemos o que é demasiado, e não fazemos todas as ideias que nos surgem. Por vezes descartamos coisas e pensamos: ‘Não, isso é demasiado arriscado, não o faremos’. Portanto, o que planeamos e executamos com o nosso parceiro DHL é o que pensamos ser realisticamente possível no calendário. Por isso, não corremos riscos que achamos que não valha a pena correr”.
Em 2021, quando a Fórmula 1 viajou do México para o Brasil, houve constrangimentos logísticos que atrasaram as equipas, resultantes de acontecimentos não planeados, no caso as condições climatéricas.








