O recente circuito de Jidá, na Arábia Saudita, sofreu uma série de alterações em algumas curvas, tendo em conta o aumento da segurança dos pilotos, depois de ter recebido duas provas do mundial de Fórmula 1. Desde nova colocação de corretores para remodelar algumas curvas mais rápidas e reduzir a velocidade dos pilotos, até afastar alguns muros de proteção para melhorar a visibilidade dos pilotos em curva, as alterações foram realizadas em cooperação com a empresa Tilke GmbH, após consulta com a F1, a FIA e os pilotos.
As barreiras na curva 14 – uma curva de 180 graus – e na curva 20 foram afastadas sete metros e meio para trás e cinco metros, respetivamente, assim como os muros protetores nas curvas oito e dez, para melhorar a visibilidade dos pilotos nessas zonas, algo que foi imediatamente criticado pelos pilotos na primeira visita a Jidá.
As curvas 22 e 23 foram modificadas e serão mais apertadas, com o objetivo de reduzir a velocidade em cerca de 50 km/h às visitas anteriores. Por último, serão colocadas faixas no exterior de algumas curvas – uma solução que é parecida com o que é usado em Paul Ricard – o que fará vibrar os carros se passarem por cima, tentando com Isto dissuadir os pilotos a “cortar” demasiado a curva e a passarem mais perto das proteções.
Martin Whitaker, responsável máximo da Saudi Motorsport Company, afirmou que “a evolução do Circuito Jidá Corniche continua a um ritmo acelerado e estamos entusiasmados por acrescentar estas novas soluções à nossa magnífica pista, como resultado de uma consulta positiva com a FIA, a F1 e os pilotos”.
Com nova visita da Fórmula 1 a Jidá marcada para a segunda ronda do Campeonato do Mundo de 2023, entre os dias 17 a 19 de março, Whitaker salientou que “é vital para qualquer circuito ouvir e aprender com aqueles que correm nele e usar o seu feedback para crescer e melhorar em todos os momentos. Estamos confiantes de que estas mudanças farão as corridas ainda mais rápidas, mais emocionantes e – crucialmente – seguras”.












