Segundo George Russell, grande parte dos problemas de desempenho do Mercedes W13 devem-se ao efeito oscilatório. Não é o único monolugar do pelotão que sofre bastante com este efeito, mas o fenómeno surge tanto em retas como em curva e de diferentes formas, o que ainda é um desafio para a Mercedes. Por isso a instalação de sensores no carro de Lewis Hamilton na Austrália, na esperança que os dados recolhidos possam ajudar à descoberta da solução.
A equipa tem dedicado parte do seu trabalho em pista a conhecer o carro, a aprender. Por esse motivo, Toto Wolff, responsável máximo da Mercedes na Fórmula 1, admite que não faz sentido trazer atualizações neste momento, o que poderia “confundir” a equipa.
“Estamos apenas a conhecer o carro, estamos a aprender como trabalhar pneus”, diz Wolff, segundo o Motorsport.com. “Nada do que fizemos este fim de semana desbloqueou o potencial aerodinâmico ou reduziu o efeito oscilatório. Ainda estamos no mesmo lugar. E é por isso que não faz qualquer sentido trazer atualizações, porque estamos a confundir ainda mais. Talvez quanto mais downforce, pior será a oscilação. Por isso, ainda estamos a aprender”.
Sem um grande pacote de atualizações agendado para já, a Mercedes quer chegar à Ferrari e Red Bull com o que vai aprendendo e conhecendo do W13. “Nas corridas, tudo pode acontecer. As equipas podem ter abandonos e se desbloquearmos o potencial do carro, estamos de volta ao jogo”, concluiu Toto Wolff.











