Quem já viu o vídeo onde os pilotos do pelotão revelaram os desejos para 2021, que escreveram no início do ano, sabe que Kimi Raikkonen tinha escrito que o GP de Abu Dhabi seria o seu último evento como piloto. Ou seja, o finlandês não queria mesmo continuar na Fórmula 1, no entanto na Alfa Romeo existia a disponibilidade para assinar novo contrato com Raikkonen.
“Com certeza, teríamos discutido o ponto para compreender a motivação e por isso para mim é… não era preciso fazer muito no ano”, disse Frédéric Vasseur sobre o assunto. “É verdade que agora é um pouco diferente em comparação com o que se passava antes, quando fazíamos 16 ou 17 corridas. No próximo ano há 23. No final do ano, são 10 corridas em 12 semanas ou algo parecido e viajando à volta do mundo, é preciso realmente de se ter alguém completamente dentro. Penso que é bastante humano como reação, que a certa altura queira também virar a página e seguir em frente com a família e assim por diante”.
Vasseur disse ainda que Raikkonen foi inteligente na forma como anunciou o fim da carreira, explicando ainda o responsável que: “Talvez o facto de não estarmos a lutar pelo pódio, também não o ajude. Temos de compreender que ele fez 22 épocas, talvez 19 em equipas onde foi capaz de lutar pela pole position e isto é provavelmente parte da frustração normal”.









