Tamanha confusão é o que parece a decisão da Fórmula 1, e comunicada aos organizadores dos GP’s, sobre a não permissão do sobrevoo de aviões militares durante as cerimónias de pré-corrida, que em alguns casos, é já uma tradição. Silverstone e Monza, por exemplo.
Acontece que o diretor executivo do circuito de Silverstone, Stuart Pringle, deixou claro que os Red Arrows, a equipa de acrobacias aéreas da Royal Air Force, não são uma força militar e como tal, farão o seu voo no GP da Grã-Bretanha.
“Os Red Arrows têm desempenhado um papel significativo no entretenimento dos fãs dos desportos motorizados desde que se apresentaram pela primeira vez no Grande Prémio da Grã-Bretanha em 1966, e tenho o prazer de dizer que a Fórmula 1 confirmou que esta tradição tão amada pode continuar em Silverstone em 2022”, disse Pringle, esclarecendo que, “não são classificados como aviação militar e, como tal, não se enquadram na categoria das exibições que já não serão permitidas nos eventos de Fórmula 1”.
Acontecerá a mesma coisa em Itália?










