De visita ao Daytona International Speedway, o responsável pela divisão de ‘motorsport’ da Ford Performance, Mark Rushbrook, afirmou que a marca pode considerar ambas as plataformas das classes principais do Campeonato do Mundo de Resistência (WEC) da FIA e do Sportscar Championship da IMSA – LMH e LMDh, respetivamente – caso decidam vir a competir nesses campeonatos. No entanto, segundo o mesmo responsável, o crescente aumento de interesse na Fórmula 1 não pode ser ignorado e também “requer consideração” da marca do símbolo oval, num momento em que crescem os rumores sobre a relação entre Ford e Red Bull.
“A Fórmula 1 está certamente forte e a crescer, tanto nos Estados Unidos como a nível global”, disse Mark Rushbrook ao Motorsport.com. “Como empresa, vamos competir por inovação, transferência de tecnologia, a oportunidade de aprendizagem, mas também por razões de marketing. Está apelativa, com certeza, e requer definitivamente consideração”.
Quanto ao endurance, Rushbrook confirmou que o construtor de Detroit continua a analisar os potenciais programas das classes GTP e Hypercar, apesar não ter explicado se já foi tomada alguma decisão. “O facto do ACO e o WEC e a FIA terem sido capazes de trabalhar com a IMSA e convergirem os carros, essa oportunidade, e com a fórmula LMDh na GTP aqui [EUA], penso que é uma ótima fórmula”, disse ao Sportscar365.com “Penso que é uma grande era para as corridas de ‘sportscar’”.
O responsável da Ford salientou ainda que poderem estrear em 2024 em qualquer uma das competições com LMDh ou LMh seria “demasiado cedo” caso estivessem “literalmente a começar agora mesmo” o programa, embora não tenha confirmado se o fabricante tem realmente um projeto em desenvolvimento ou não.
Foto: Richard Dole/LAT Photo










