Os títulos na F1 são muito mais do que a celebração de uma época de sucesso. São também a confirmação de que prémios monetários avultados serão entregues. Que o diga Zak Brown, um dos grandes responsáveis do regresso da McLaren ao topo.
O diretor-executivo da McLaren Racing, terá recebido mais de 42 milhões de euros em 2024, na sequência do sucesso histórico da equipa no Campeonato de Construtores de Fórmula 1.
Segundo as contas publicadas pela McLaren no portal oficial britânico Companies House, a equipa de Woking registou receitas totais de 610 milhões de euros no último exercício, com lucros antes de impostos de mais de 43 milhões. O relatório indica ainda que o diretor mais bem pago auferiu aproximadamente 43 milhões, valor confirmado por fontes do Financial Times como referente ao próprio Brown.
Brown voltou a festejar um título no fim de semana passado e a sua conta bancária também deverá dilatar-se mais um pouco. No entanto, é um prémio para o homem que conseguiu tirar a McLaren do fundo da tabela, recolocando a equipa no topo da F1, algo que já não acontecia desde 1998!
Paralelamente, a estrutura de Woking continua a diversificar a sua presença no automobilismo: encerrou a participação na Fórmula E após 2024-25, mantém-se no IndyCar e prepara a entrada no Mundial de Resistência (WEC) em 2027. A McLaren é uma equipa cada vez mais global, com um alcance cada vez maior e com uma força crescente. Brown recebeu um prémio chorudo, mas conseguiu transformar uma estrutura que parecia perdida e amorfa. A tarefa não foi nada fácil e, como tal, o prémio pode ser considerado justo.










