Clarie Williams afirmou que a equipa que dirige “não pode ter outro ano” como o de 2017, apesar dos esforços para reaver a competitividade perdida. A introdução dos novos regulamentos fez com que a formação de Grove ficasse muito longe do tipo de performances que lhe permitiu o terceiro lugar no Campeonato de Construtores que obteve em 2014 e em 2015. Na época passada a Williams desceu para o quinto lugar na hierarquia da atual F1, e a primeira metade de 2017 sem sido muito fraca em termos de resultados, com Felipe Massa e o ‘rookie’ Lance Stroll a lutarem para pontuarem, não o conseguindo com regularidade, apesar do canadiano ter conseguindo algum impacto com um pódio.
A entrada de Paddy Lowe, vindo da Mercedes, está a tardar a ter impacto na equipa, mas Claire Williams tem a esperança que o empenho colocado em 2017 se traduza num melhor desenvolvimento do monolugar de 2018: “Como se espera de alguém com o calibre de Paddy, tem um plano. Desde que está connosco tem feito uma análise geral da equipa na fábrica e também nas operações da equipa de corrida, junto aos circuitos, de modo a perceber onde reside a nossa fraqueza”.
“Atravessamos um processo onde envolvemos os nossos recursos oruentados para 2018, de modo a debelar as nossa falhas. Penso que muitas das fraquezas surgiram a meio do ano passado e não podemos ter outra época como a que temos tido. Por isso confiamos no Paddy, e também na chegada de algum pessoal para trabalhar a seu lado, por isso Dirk de Beer dirige o nosso departamento aerodinâmico. Mas como disse, não podemos ter outro ano como este”, afirma também Claire Williams, que acrescentou que o focus da equipa atualmente é o campeonato de construtores e consolidar a quinta posição nessa classificação, não prestando muita atenção ainda relativamente a qual será a dupla de pilotos para 2018.










