Dave Robson, chefe do desempenho na Williams, em entrevista ao Autosport britânico, avançou que a equipa fez alterações nas derivas das entradas laterais de ar do monolugar de George Russell já na sexta feira de treinos em Baku, para tentarem minorar o problema dos seus carros com ventos mais fortes. Mas o facto de Baku ser um circuito citadino, com proteções à volta da pista, não deu para aferir essas mudanças.
“Penso que saberemos mais em Paul Ricard, onde provavelmente estará ventoso. Há uma série de mudanças no carro de George Russell nas derivas das entradas laterais de ar, que foram concebidas para, assim o esperamos, melhorar esse essa parte”, continuou o britânico. “Mas, para ser honesto, não conseguimos realmente avaliar isso na sexta-feira em Baku, se funcionou bem. Portanto, penso que o grande teste serão as próximas três ou quatro corridas”.
O mesmo responsável da equipa, diz não existirem problemas com as unidades motrizes da Mercedes e que os problemas com as mesmas são cada vez menos.
“É preciso tão pouco trabalho com as unidades motrizes, é essencialmente apenas uma nova versão da mesma coisa, mais ou menos. A degradação destas unidades nos dias de hoje é impressionantemente pequena. Não é como nos velhos tempos, quando havia uma degradação óbvia”.










