F1: Volante do Mercedes ‘esconde’ uma forma de dar a volta às dificuldades nas partidas
A Mercedes optou por uma nova abordagem aos obstáculos colocados pelos atuais regulamentos de F1 no que diz respeito às ajudas à pilotagem no momento das largadas. A equipa pretende auxiliar Lewis Hamilton e Valtteri Bottas através de um mecanismo que implica uma nova colocação das patilhas do volante que acionam a embraiagem na parte posterior do mesmo. Nos regulamentos introduzidos estes ano as equipas não podem mapear a embraiagem de modo a acertarem o ponto certo de acionamento da mesma.
Além do mapeamento linear da embraiagem, a FIA impôs limites à colocação da embraiagem e das patilhas no volante – com os pilotos de topo a poderem usar os seus dedos para encontrar os pontos de referência. Um máximo de 80 milímetros de movimento é permitido à patilha de embraiagem, por isso agora tem de exisitir um espaço de 50 milímetros entre a patilha de embraiagem e qualquer controlo do volante. A única exceção à distância de 50mm vai para a situação em que as equipas coloquem um mecanismo que restrinja os movimentos da mão do piloto de poder sentir qualquer ponto de referência. Enquanto a Ferrari optou por uma solução semelhante à que tinha em 2016 – com uma única patilha de embraiagem – a Mercedes optou por um mecanismo de restrição.
O mecanismo da Mercedes consiste em dois buracos nos quais os pilotos metem os dedos no momento das partidas. Esta solução permite montar uma patilha de embraiagem maior, o que em teoria irá permitir uma melhor sensação do ponto ideal de embraiagem. A expetativa é que isso se traduza em melhores arranques por parte dos pilotos. Durante os testes de Barcelona Lewis Hamilton afirmou que saudava a mudança para coisas que dificultem a vida dos pilotos – mesmo se isso implica que trabalhe mais. “Vai ser mais difícil para nós e vai-se no sentido certo. Tenho trabalhado para me assegurar que continuamos no topo, e dediquei muito tempo a isso. E tenho a certeza que a equipa e todo o ‘paddock’ também o fizeram, mas estamos a trabalhar em algo que está sempre em progressão”, adiantou o britânico.
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