Tal como seria de esperar, as opiniões dividem-se relativamente à polémica em torno de Max Verstappen. Uns dizem que é bom para a F1, outros que as atitudes do jovem holandês são demasiado perigosas e podem acabar mal. Já há quem faça um paralelo entre o tipo de atitude que está agora a ter Verstappen, ligando-o ao que fizeram no passado Ayrton Senna e Michael Schumacher, mas a melhor tirada teve-a o jornalista italiano Leo Turrini: “Ele é um presente para os deuses das corridas, mas um pouco como o Anakin Skywalker, pois o ‘escolhido’ não resiste ao lado negro da ‘Força’, uma frase com que os adeptos da Guerra das Estrelas e da F1 não deixarão de concordar…
Sendo verdade que o que se passou em pista deve ser discutido, também é verdade que a questão ganhou proporções quando o jovem holandês confessou que o que fez a Raikkonen foi ‘paga’ pelo que diz ter sofrido na primeira curva: “sem o que aconteceu na primeira curva, não teria sido tão agressivo”, disse. O patrão da Red Bull, Christian Horner gracejou ao dizer que Verstappen não deve dizer em que hotel está em Itália por causa da reação dos adeptos da Ferrari…
Em Monza, as conversas relativas ao assunto vão multiplicar-se, e neste momento as coisas são simples. Quem está do lado de Verstappen defende-o dizendo que os Comissários entenderam que ele não fez nada de mal, e não lhe atribuem culpa nenhuma pelo sucedido na primeira curva, mas mesmo quem está do seu lado não consegue defendê-lo totalmente do sucedido em Kemmel.








