O próximo GP será em Baku, no Azerbaijão, um mês depois do GP da Austrália. Uma pausa invulgar num calendário tão apertado, mas que pode ser útil para as equipas com mais problemas.
A queda do GP da China do calendário e a decisão de não substituir a prova por outra (Portugal esteve bem encaminhado para ser o palco de reserva) criou um hiato de um mês no calendário. E esse mês sem competição pode ser fundamental para as equipas prepararem os novos pacotes aerodinâmicos.
Equipas como a Mercedes, Ferrari e McLaren agradecerão os quase 30 dias sem atividades em pista, para poderem focar todo o seu esforço nos novos pacotes aerodinâmicos. É uma pausa pouco comum, pois a F1 fica um mês sem corridas, mas não para, ao contrário da pausa de verão e da pausa de inverno, em que as equipas são forçadas a parar toda a atividade durante duas semanas. Neste caso, o trabalho continua, numa oportunidade de tentar antecipar atualizações, apesar disso ser pouco provável, uma vez que as equipas de pista e as equipas de design têm trabalhos independentes. Mas poderá haver sessões de simulação mais extensas, trabalho mais aprimorado nesse capítulo, o que pode ajudar a chegar a Baku com uma afinação perto da ótima, o que dará muito jeito para enfrentar um fim de semana de corridas sprint.












