F1, Toto Wollf: “As emoções derrotaram o Vettel”

Por a 22 Dezembro 2017 13:25

Foi o lado emocional de Sebastian Vettel que o derrotou em 2017, esta é a opinião de Toto Wolff, chefe da Mercedes. O austríaco fez uma análise da disputa pelo título travada entre Lewis Hamilton e o piloto da Ferrari, afirmando que, embora pareça uma pessoa calma, Vettel deixa-se levar pelas emoções.

“As emoções fizeram-no vencer antes. Mas, este ano, elas derrotaram-no. A personalidade do Lewis, pelo contrário, cresceu e, como piloto, tornou-se alguém muito forte”, disse Wolff em entrevista à BBC 5.

O líder da Mercedes deu dois exemplos negativos do lado emocional do alemão: Baku e Singapura.

“Em Baku, quando vi aquilo, olhei imediatamente para os dados para ver se o Lewis tinha feito mesmo o break-test, mas não vimos nada, mas a emoção e a raiva do Sebastian o dominaram naquele momento. Em Singapura, também falhou, não sei se foi a pressão ou não. Ele sabia que para somar 25 pontos em Singapura precisava de liderar a corrida, fez uma boa partida, mas, por causa da falta de visibilidade desses carros, acabou por causar aquele acidente”.

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5 comentários

  1. Jabba

    22 Dezembro, 2017 at 13:49

    Acho que o Vettel no início da época convenceu-se que estavam mesmo mais fortes e que iria finalmente obter o título. Quando a Mercedes começou a acertar com os pneus e a conseguir resultados o Vitelo vacilou. E a partir de certo momento percebeu que iria ser muito difícil, e que teria de arriscar tudo, e mais além.
    Não deixa de ser positivo que a luta do campeonato tenha sido entre duas equipas diferentes, o que já não acontecia desde os títulos do Vettel.

  2. Speedway

    22 Dezembro, 2017 at 15:34

    Sem dúvida nenhuma que é verdade. O Vettell é um grande piloto quando tudo lhe corre bem, mas nem parece um alemão,pelo menos dos antigos.É muito emotivo mais parece um latino.Aliás o Schumacher também era um pouco assim, depois foi moldando o seu carácter com os anos. Alemães muito nervosos.
    O Hamilton é muito mais cool, sempre muito calmo, revela-se um piloto com enorme maturidade. E o seu saber estar e nunca ter perdido a calma mesmo nas situações mais desfavoráveis, ou não reagindo às tentativas de desestabilização que o Vettell foi fazendo ao longo da época,foram sem dúvida a chave para o sucesso.E acabaram sim por desestabilizar e muito o Vettell, principalmente no que fez no Baku e que lhe manchou um bocado a carreira.
    Mas claro que isto são apenas corridas,nada mais que isso.

    • ro19071725

      22 Dezembro, 2017 at 16:04

      Em relação ao Hamilton discordo um pouco! Veja-se o que o inglês fez com o Rosberg, sempre que saía á sua frente… nunca se controlou!… no restante e face á experiência de ambos, tendo um monolgar competitivo, se algum “pisar o risco”, pode ser fatal… este ano o Hamilton acabou de ter a sorte do lado dele (duma maneira que a ninguém passava pela cabeça – mesmo á Mercedes – quando o adversário directo obtinha quase 50 pontos de avanço, que em 2 provas nas condições normais, era “impossivel” acontecer) que o ano passado não o acompanhou!
      Um candidato com 50 pontos de avanço a meio campeonato não os pode perder em 2 provas seguidas… o psicológico a partir daí começou a trabalhar (a não ser que existisse algo internamente prepositado – por ex. o eng. de departamento de motores ter agora saído para o rival… isso nunca se irá saber, mas que foi estranho, foi)

  3. NOTEAM

    23 Dezembro, 2017 at 8:56

    O que se passou em Singapura, ou até mesmo no México, nada teve a ver com problemas emocionais. Se recuarmos a 2016, vamos encontrar incidentes semelhantes, temos o exemplo de Spa e da China. O Vettel tem cometido alguns erros nos arranques, é uma área que precisa de melhorar, não basta ser agressivo e ter a vontade de ser o mais rápido, isso está presente em todos, é necessário mais do que isso, ter a capacidade de arriscar sem arruinar a sua corrida e a dos outros faz parte do skill de um piloto, uns são melhores que outros. Em Baku, antes da sua explosão de raiva, há um erro infantil cometido pelo Vettel ao embater na traseira do Hamilton, um erro claro de julgamento, mais um a somar a muitos outros (como o toque no Stroll). Em termos de velocidade, o Vettel não deve nada a ninguém, seja Hamilton ou outro qualquer, mas a F1 não se trata apenas de ser muito rápido com um carro eficaz, é necessário ser-se eficaz sempre.

  4. O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

    23 Dezembro, 2017 at 20:24

    Vettel andou iludido no inicio da temporada mas não foi só ele.

    No final da primeira corrida até o execrável forista do i apareceu por cá (ainda com o nick antigo). A bazofia tinha saído à rua!

    Depois, com o decorrer da época algumas guitarras desafinadas foram sendo guardadas no saco.
    O forista do i trocou de nick, o troll da MalVeira desapareceu…enfim, as misérias do costume.

    Venha 2018! Cumprimentos

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