Toto Wolff acredita que as hipóteses de Pascal Wehrlein correr pela Williams em 2018 estão a diminuir, já que a equipa parece cada vez mais atraída por ter Robert Kubica ao lado de Lance Stroll. A continuidade do piloto alemão na Sauber está restringida pelo novo acordo da equipa suíça com a Ferrari, que quer colocar Charles Leclerc e Antonio Giovinazzi na equipa, sendo que Marcus Ericsson também é uma forte hipótese, devido aos seus apoios.
Wolff, chefe da Mercedes, sente que o seu protegido, Wehrlein, seria um bom nome para a Williams, mas a equipa com sede em Grove parece concentrada em trazer Kubica de volta à Fórmula 1.
“Eu acho que foi claramente dito que a prioridade da Williams é o Robert. O Robert, do meu ponto de vista, merece a hipótese na Williams, e isso está fora das mãos do Pascal. Ainda existe uma pequena possibilidade do Robert não estar bem, mas nenhum de nós deseja que ele não esteja bem. Todos nós estamos a torcer por ele. Eu estou em duas frentes, porque acho que para a F1, para o Robert e para a Williams, será ótimo se ele voltar, mas, por outro lado, parece que é a última opção do Pascal, e ele é o nosso júnior. Vamos ver como as coisas se desenvolvem. Eu não acho que, como equipa, devamos empurrar o Pascal para uma das nossas equipas clientes, porque está no núcleo da F1 que temos que respeitar que a equipa tente sempre obter o melhor piloto disponível e eu respeito que a Williams e a Force India tomem as suas próprias decisões. Eu não gosto de interferir”, comentou Wolff.









