O objetivo da Fórmula 1 a partir deste ano é apenas um: equilíbrio. Todas as alterações que foram planeadas e que estão a ser colocadas na prática em 2022, têm a finalidade de colocar as equipas mais próximas, quer se trate do regulamento técnico ou financeiro. Regras técnicas apertadas e um teto máximo no orçamento, fazem com que as estruturas mais pequenas possam surpreender, quase certo que não acontece nos próximos anos, mas pode acontecer e a opinião generalizada é que será bom para a F1.
A Mercedes foi apontada como uma das equipas que tenta aumentar um pouco o orçamento disponível para este ano através das corridas sprint, mas Toto Wollf argumentou que o teto máximo é “bom para a disciplina”. O responsável pela Mercedes, em declarações à agência noticiosa Sid, adiantou ainda que “nem mesmo no Super Bowl ganha sempre a mesma equipa. Obviamente, as equipas que tinham muito dinheiro para investir não estão muito contentes por esta vantagem ter sido retirada, mas haverá mais equilíbrio”.
Wolff está convencido que a partir de 2022 não existirão “equipas que comecem com uma vantagem de um segundo”, mas apenas com o desenrolar das primeiras duas ou três corridas do ano, podemos ter a certeza disso mesmo.










