É natural que este fim de semana, dependendo do que for acontecendo, que se olhe para George Russell como um potencial substituto de Valtteri Bottas. Há muito que se fala nisso, não tanto nos últimos tempos, mas com o caso positivo de Covid-19 sofrido por Lewis Hamilton, voltou a velha questão: Será que George Russell pode ocupar o lugar de Valtteri Bottas em 2021?
O diretor da equipa Mercedes, Toto Wolff, nega que George Russell e Valtteri Bottas estejam num ‘shootout’, uma espécie de mano a mano. Em primeiro lugar, Bottas tem contrato. Os contratos na F1 (como em todo o lado, podem ser rescindidos), mas Wolff garante que esta promoção de Russell não tem nada a ver com o lugar de Bottas a curto prazo: “De modo algum. Já ouvi este rumor.
Obviamente não se pode chamar-lhe um ‘shootout’ quando se trata de uma ou duas corridas. Isso não nos dá quaisquer dados significativos. Se o George se sair bem, é uma indicação de que um dia vai estar num bom carro e, esperemos, correr por vitórias e campeonatos. Mas isso ainda está muito longe e ele sabe disso. Para já só precisa de trabalhar de forma sólida e não cometer nenhum erro. Temos total confiança no Valtteri (Bottas) e lealdade, como sempre tivemos e essa é a nossa posição”.











O que é que queriam que ele dissesse?
Obviamente que a Mercedes vai deixar que o Russell mostre o que pode valer, mas também me parece óbvio que o Bottas não está minimamente preocupado, nem com a corrida. A Mercedes deve muito ao Bottas, é um empregado fiel, e naturalmente que se o Russell estiver em 1º e o Bottas em 2º haverá alguma ordem.
O mais provável é que a Mercedes esteja a procurar que o seu primeiro piloto fique mais barato, se não conseguir com o Hamilton certamente o Russell aceitará. Esqueçam o Bottas porque a Mercedes não procura piloto para lutar com o Hamilton.
Qualquer piloto que fosse ocupar o lugar do Hamilton iria ter esse papel… só se pusessem um dos mecânicos a conduzir é que não iria dar “burburinho”…