É uma analogia interessante e apesar de se ter falado mais nos últimos dias, de dificuldades na Mercedes, do que provavelmente durante os últimos anos todos juntos, a verdade é que Toto Wolff não está muito preocupado, pois é mesmo para isso que os testes servem, para além de que, assegura, já encontraram coisas que lhes permite poder resolvê-las rapidamente.
É verdade que houve problemas de caixa de velocidades, piões e muito menos voltas do que o necessário, mas nada disso incomoda verdadeiramente Toto Wolff. Em declarações ao F1.com: “Preocupo-me sempre, por vezes pelas razões certas, por vezes pelas razões erradas, mas o teste de pré-época é sempre emocionante porque se encontra sempre o cabelo na sopa, coisas que não são boas e com as quais lutámos nos primeiros dias.
Mas devo recordar que há uma razão pela qual não há muitas equipas a ganhar Campeonatos do Mundo ou a fazê-lo consecutivamente. É uma organização que precisa de se manter sempre energizada e motivada, e isso não é trivial. É verdade que se tivéssemos feito o shakedown, nas condições certas (ndr, referindo-se à mais do que provável chuva em Silverstone) nos poderia ter permitido compreender um pouco mais, mas os nossos fracassos nos primeiros dias não se resumiram a fazer ou não fazer um shakedown. Agora vamos tentar compreender onde tivemos um bom desempenho, e onde não, onde tivemos uma boa correlação com as nossas simulações e com o túnel e onde não, e apenas em geral, é como dormir de um dia para o outro sobre uma ideia. No dia seguinte, acordamos mais inteligentes”. A ver vamos no regresso ao Bahrein. Nem tudo o que parece, é…










