Toto Wolff afirma que a desqualificação foi um castigo extremo, e pouco característico por parte da FIA: “Nos últimos anos o que veio da FIA foi sempre ‘arranjem isto e arranjem aquilo’. Vimos isso no fim-de-semana passado com a Red Bull e muitas vezes antes disso também. Mas agora não nos foi permitido fazer isso. O que é claro é que não temos uma asa ilegal. Foi uma falha no lado direito, por 0,2 mm. Isso significa que, na realidade, tivemos uma desvantagem de desempenho (ndr, abertura diferentes em duas de três partes da asa). No fim do dia, chega uma directiva técnica a preto e branco. Aceitamos isso”, disse Wolff, acrescentando que não perderia tempo com um protesto oficial, mas que em vez disso tentaria encontrar o mesmo tipo de pequenos problemas com o carro de Max Verstappen para o resto da ‘batalha’ de 2021: “Vamos olhar para cada pedaço de fita adesiva que cair”, disse o austríaco. “Posso prometer que vamos fazer muitas perguntas nas próximas corridas”, disse Toto Wolff, que também se atirou à Red Bull, por ter instigado o caso: “Havia algo como um acordo de cavalheiros. Obviamente que já não há cavalheiros”, acusou.










