As recentes notícias do interesse de Michael Andretti em entrar na F1 com uma equipa criada de raiz não entusiasmaram Toto Wolff. O chefe da equipa Mercedes considera que a F1 tem equipas suficientes.
Durante algum tempo, era dito que 10 equipas (20 carros) eram pouco para a F1 e que era necessário mais uma ou duas equipas para permitir a entrada de novos talentos e melhorar as corridas. No entanto, com a assinatura do novo Pacto de Concórdia, que prevê uma distribuição mais equitativa do dinheiro, além de valorizar muito mais as equipas já presentes no campeonato (com o limite de custos a permitir às estruturas anteciparem lucros), a entrada de novas equipas pode diluir esses lucros.
A postura de Wolff quanto à possível entrada da Andretti mostra uma mudança de postura. O chefe da Mercedes parece concordar que dez equipas são suficientes. “Mais do que isso apenas dilui o retorno”, é citado pela Auto Motor und Sport. “Que equipa mereceria participar na categoria de topo do desporto automóvel? Penso que se um fabricante entrasse, teríamos certamente de falar sobre isso. Mas nenhum candidato credível bateu ainda à porta”.
Assim, podemos entender que qualquer estrutura privada que queira entrar na F1 terá vida muito difícil pois as equipas não querem dividir o dinheiro com outras equipas. No entanto, se for um construtor o cenário poderá ser diferente.












A nível desportivo tenho saudades da grelha com 26 carros, além de que os jovens talentos este ano não têm lugar na F1, como é o exemplo do Piastri, estes 6 lugarzitos a mais faziam mt diferença. Além que F1 acima de tudo é o espetaculo e emoção das corridas e não se pode pensar em lucros, como se este rapaz estivesse com falta de dinheiro… enfim…
Faz sentido mais 3 equipas de orçamento mínimo que não competem com ninguém e funcionam como chicanes móveis?
A Andretti ia ser uma chicane Móvel???
Não tenho bola de cristal para saber.
Mas sei que não teria 6 carros para chegar aos 26 que o colega referiu.
Pois mas ao que dizem alguma marca do grupo VW irá entrar em 2026 com equipa própria e dizem que está a dias a assinatura de outra marca do grupo para fornecer motores a red Bull.
Quando entrar irá manter o discurso ou será o primeira a dar as boas vindas?
E que tal ler o texto todo…
O Toto remata com “No entanto, se for um construtor o cenário poderá ser diferente.”
E tem razão… o Andretti não vem trazer nenhum valor à F1… seria sempre um grande candidato a um fail tipo USF1, Manor, Virgin, etc, etc…
No estado de desenvolvimento que a F1 se encontra… só grandes nomes da indústria podem trazer uma mais valia à F1.
Certo mas essa parte não são palavras do Toto, é mais uma opinião do jornalista. o que o Tot diz é “Penso que se um fabricante entrasse, teríamos certamente de falar sobre isso.” não é bem umas boas vindas é um vou pensar nisso, o que é melhor do que um não de chapa. Mas sim sem dúvida a entrar mais equipas que sejam equipas que tragam algum valor à F1 e que não sejam só para marcar corpo presente e ficarem a anos luz dos demais e desaparecerem ao fim de poucos anos.
Selecionei mal… a ideia é a mesma mas o que pretendia realçar era:
“Penso que se um fabricante entrasse, teríamos certamente de falar sobre isso. Mas nenhum candidato credível bateu ainda à porta”.
Mas leu o meu comentário?
?
sim…
a sua dúvida “Quando entrar irá manter o discurso ou será o primeira a dar as boas vindas?” está respondida no texto…
Estou a ver que o sr. não percebeu o texto, não percebeu o meu comment e parece que não percebe o seu também…
O grupo VW bateu a porta. Já é sabido. Andretti pode ter batido na porta da frente. Mas a vw levou duas marcas a porta de trás. E andretti não e credível porque? Gostava de perceber essa. Andretti possui equipas em mais de cinco competições diferentes. E não são credíveis. O mundo não é só a Europa. E andretti é umas das mais conhecidas dinastias do desporto motorizado. Mais credível é o grupo VW. Entram e saem das competições só porque sim. Ou há memória curta ou então não segue o desporto automóvel que não é só f1. Mas são… Ler mais »
Mas porquê, os construtores só estão a matar a F1, por mim a Mercedes ia embora e já se faz tarde.
Pois, assim as fatias do bolo são maiores…Não, não são suficientes! Ele que diga isso ao DeVries ao Piastri etc., como espectador gostaria de ter mais carros em pista e acho que não sou o único a pensar assim. Claro que aquilo que os espectadores querem/merecem pouco ou nada importa, basta ver o que se passou em Spa…
Este senhorito já está a transbordar ainda nem a época começou.
Quem é ele para dizer o que quer que seja sobre isto?
Manda alguma coisa na FIA ? Ponha-se no lugarzinho de funcionário da AMG que é o poiso dele.
Os media também lhe dão tempo de antena a mais.
Mas que tem a mania que é tudo dele tem.
Temo o dia em que tiver funções na f1 ou fia. Infelizmente acho que será uma questão de tempo.
Eu sei que ninguém gosta de ficar com fatias fininhas dos bolos, mas a realidade, é que faltam vagas para os jovens talentos, o que só se resolve aumentando o número de equipas.
Se não querem mais equipas, então limitem o número de épocas que um piloto pode permanecer na categoria. Sim, eu sei, não é justo e, talvez, nem seja ético, mas custa-me ver talentos desperdiçados por falta de vagas, enquanto ainda vão surgindo vagas para alguns privilegiados menos talentosos.
Porque a Andretti seria interessante: 1- A Renault poderia ter uma equipe usando seus motores; 2- Mais uma equipe americana abriria espaço para mais investidores e corridas em solo americano; 3- Seriam mais 2 vagas para pilotos subindo das categorias de base; 4- Se essa especulação de que Audi e/ou Porsche tenham equipes próprias completaria um grid de 26 carros ou pelo menos de 22. 5- Opinião minha que a F1 com 30 carros é o ideal, 15 equipes saudáveis financeira e tecnicamente para embolar mesmo a disputa pelo campeonato. Não com isso estou colocando USA como centro do mundo,… Ler mais »
Desde que vejo F1, início dos anos 80, o máximo de carros na grelha foram 26, limite máximo considerado ideal. Foi por essa razão que existiram as famigeradas pré qualificações, onde “corriam” Coloni, Osela, Onix e quejandos. Não é isso que se quer. Querem-se equipas minimamente estruturadas (acho que Andretti poderia ser uma), mesmo que andassem no final da grelha. Alguma terá de ser última…
Naaa … 12 pelo menos seria bem melhor para bem da competição e competitividade entre as equipas.
24 a 26 carros é o número ideal para o espectáculo, desde que haja um nível mínimo de competitividade. Eu percebo a postura do Wolff, como accionista, dono de 1/3 da Mercedes F1, como director de equipa não. Mais equipas daria direito a muito mais diversidade, mais portas de entrada onde jovens pilotos possam fazer a rodagem e aceder às grandes equipas, em vez de serem saltos no escuro. Foi um passado desses que permitiu campeões como Piquet, Senna, Schumacher, ou Alonso (para não me estender muito).
Falam da Manor, a Virgin. Porque não falam da Haas que é o exemplo mais recente?
A Andretti não é um arrivista ou um projeto fantasma.
E a Haas até começou bem. Quando começou a faltar o “carcanhol” é que deram o trambolhão.
Para mim a Haas é um bom exemplo. Ano passado correram com o carro de 2020 e 2 rookies.
Porquê ?!? O que é MAIS DO QUE SUFUCIENTE, E MESMO IRRAZOÁVEL, é ter … mais de 20 GP´s . Mais valia estares calado….Já chegou a haver 26 carros à Partida,- e alguns 2 ou 3 não conseguiam qualificar-se …,,- antes dos lobbies das grandes marcas, e outras coisas… terem posto a F1 no estado em que está…..
Agora imagina se tivesse sido o Bernie ( obviamente impossível) a dizer o que ele disse. O foguetório que não era neste fórum….