As discussões sobre o futuro da F1 focam-se agora nos novos motores e na busca de combustíveis sintéticos, mas Toto Wolff deixou um aviso.
Wolff diz ter duas considerações quando se trata dos novos motores; eles precisam de se alinhar com a tecnologia usada nos carros de estrada e precisam de ser mais baratos do que os modelos atuais.
“Sempre apoiámos o congelamento dos motores de 2022, e a antecipação dos regulamentos de 2026 para 2025”, disse Wolff, conforme citado pelo GPFans. “Penso que é importante conceber uma unidade motriz que considere para onde vai o mundo, tendo mais propulsão elétrica”.
“É certamente algo interessante que precisa de ser feito dentro de um limite de custos que seja sustentável para a Fórmula 1. Não queremos cometer o erro de há anos atrás, em que dissemos ‘Vamos chamar os engenheiros para que apresentem um conceito’, e criámos uma unidade motriz fantástica, muito eficiente, muito complexa, onde o custo de desenvolvimento ainda é muito elevado”.
Wolff diz que manter os custos baixos deve ser a “maior prioridade” ao alterar as regras.
“Penso que precisamos de reduzir os custos para os fabricantes que estão envolvidos no desporto, e essa é a maior prioridade”, disse Wolff. “Passar daí para as decisões técnicas para entendermos o que podemos fazer para termos uma unidade relevante com tecnologia que poderá ser aplicada nos carros de estrada”.












