Sergey Sirotkin saiu da Fórmula 1 como entrou, pela porta das traseiras, e neste momento procura lugar nas pistas. WEC é opção para 2019, DTM deixou de o ser quando a Audi apresentou o seu line-up. Neste momento, duas corridas com a SMP Racing LMP1 em 2019, parece ser o que está minimamente garantido.
Na Fórmula 1, ser estreante e logo com o pior carro do plantel não foi tarefa fácil para Sergey Sirotkin e a temporada começou, claramente, com o pé esquerdo.
Os cintos de segurança provocavam muita dor física numa determinada área, o desconforto era enorme e só passadas algumas semanas é que a equipa conseguiu resolver o problema. Depois, foram alguns erros que custaram bastante ao russo, ele que conseguiu ser mais rápido que o mais experiente Lance Stroll, seu colega de equipa, tendo, em qualificação, batido o canadiano 12 vezes em 21 provas.
Deixou lampejos de qualidade no Mónaco – onde demoliu Stroll ao lhe ‘oferecer’ mais de meio segundo por volta – e na Alemanha, mas acabou por não conseguir pontuar. O seu único em toda a temporada foi averbado em Monza, graças à velocidade de ponta do Williams, empurrado pelo motor Mercedes.
O resto da temporada foi demasiado medíocre para que Sirotkin pudesse exibir algum do seu talento. No final da época, com os rumores e depois a confirmação que Robert Kubica ficaria com o seu lugar (já George Russel tinha sido confirmado), Sergey Sirotkin limitou-se a chegar ao final da corrida do AbuDhabi, perfeitamente desmotivado e revoltado com a sua passagem meteórica e sem glória pela Fórmula 1.










