É um tema quase incontornável quando falamos com Félix da Costa… A F1 e a possibilidade que se esfumou quando tudo parecia encaminhado é ciclicamente referida e há poucos dias Christian Horner referiu que seria interessante ver o português num F1. Mas o piloto da DS Techeetah relativizou o comentário: “Eu vi a notícia a sair muito por vias portuguesas e tenho a certeza que ele disse isso num contexto específico e não apenas assim como foi veiculado. Eu sempre tive uma relação muito boa com o Christian, e quando eu corria pela Arden, a equipa era dele e do pai dele, eu era o menino querido…
Quando eu não entrei na F1, o contrato do Kvyat era só de três corridas e ele dizia que me queria pronto para entrar a qualquer altura.
Eles sabiam que era um risco apostar no Kvyat mas ele até fez uma época muito boa e aí as minhas hipótese foram por água abaixo mas ele sempre fez força para estar pronto a entrar a qualquer momento. Mas o que ele disse agora vale o que vale, e até o Toto Wolff disse-me aqui há dias que devia experimentar os F1 de hoje em dia são muito giros. Isso pode dar azo a boatos mas realisticamente as hipóteses de entrar na F1 são muito, muito baixas. Até porque os únicos lugares que estão disponíveis neste momento são lugares que são pouco interessantes, com o devido respeito pelas equipas. Não quero ir para a F1 para ser um número quando na Fórmula E sou campeão.
Tenho o respeito de muitos dos pilotos da F1 e quando ganhei o campeonato 70% deles me ligaram ou mandaram mensagem a dar os parabéns. E se for para lá para levar voltas de avanço deles esse respeito desaparece. Prefiro estar na Fórmula E a ganhar do que ser mais um na F1. “












