O Diretor Executivo da Fórmula 1, Ross Brawn, voltou a falar novamente na ideia de grelhas invertidas para a Fórmula 1.
Na sua coluna no f1.com, Brawn afirmou: “Monza era um candidato a uma corrida com uma grelha invertida. Infelizmente não conseguimos avançar com o formato, mas o conceito é algo que nós e a FIA queremos trabalhar nos próximos meses e discutir com as equipas para o próximo ano”.
“Acreditamos que a corrida de ontem mostrou a excitação que isto pode proporcionar e com os carros do próximo ano a serem semelhantes os nosso adeptos poderiam ver um ‘drama’ semelhante ao de Monza”.
“É claro que numa corrida de grelha invertida as equipas irão preparar os seus carros de forma diferente. Neste momento a Mercedes prepara os seus carros para alcançar a volta mais rápida e controlar a corrida na frente. Se souberem que têm de ultrapassar, terão de mudar a sua abordagem. Vamos continuar a avaliar novos formatos com o objetivo de melhorar o espetáculo, mas mantendo o ADN da Fórmula 1”, finalizou Brawn.










Sempre fui contra a ideia da grelha invertida mas mudei de ideias. É uma forma de equilibrar o jogo, esbatendo um pouco a vantagem de quem tem os melhores carros. I’m all for it baby.
Aí está uma boa definição de ideia invertida.
Não me agrada, fazer apenas 1/2 provas até não seria mau… mais que isso não…
Podem inverter o Hamilton mas tem de ser a meio da corrida. Se for no inicio, a diferença é tal que acaba por chegar à frente. Por acaso gostaria de ver em que posição teria terminado LH se tivesse mais 25 voltas em Monza.
Se a penalização fosse apenas ir para o final da grelha na segunda parte da corrida, ainda tinha acabado por ganhar.
Mesmo. Estão a dar tudo para o deitar abaixo!
Sempre chamaram a Fórmula 1 de “circo”, porque andam, com a casa às costas, mas por favor, deixem-se de palhaçadas.
Eu quero corridas renhidas, mas porque há várias equipas ao mesmo nível, não por qualquer artifício. Não aceito que a melhor equipa, seja ela qual for, seja artificialmente prejudicada e, consequentemente, a pior equipa seja beneficiada.
O que aconteceu em Monza, foi lindo, espectacular, mas derivou de contingências da corrida. É assim que deve continuar.
Então é só chamar o Nelson Piquet e nomear o Briattore (quando recuperar, as melhoras) director de corrida.
Não é preciso ir tão longe. Aliás, esta época, aposto que ainda vamos ter umas corridas interessantes, nos circuitos “paraquedistas”. Apesar dos simuladores, vai ser uma descoberta para quase todos os pilotos. Imola, só com um treino antes da qualificação, vamos ver quem acerta melhor o carro. E o “quadradinho” do Bahrein é capaz de dar uns toques jeitosos…
este gajo, e outros, não gostam de competição; são de facto mais servidores de pequenos almoços, ou para elas, quem sabe se para eles ..
façam regulamentos direitos, com equilíbrio, sem ultrapassagens fictícias …
Os artificialismos retiram a verdade competitiva, o qualifying deixava de fazer sentido, e a dada altura até nem deveria interessar ganhar uma prova pois a seguir arrancava de uma posição pior, perdia-se pontos deliberadamente para ter vantagem na prova a seguir, em vez de se preocuparem com performance era meramente uma questão táctica. não concordo nada com grelhas invertidas nem com artificialismos para retirarem potência e afins.
Apesar desta ideia atualmente favorecer a minha equipa, a Ferrari (enfim), é uma ideia estapafúrdia. Nunca a F1 foi isso nem faz sentido ser. A F1 é a competição automobilística mais top dos tops e como tal não deve ser nivelada por baixo. Aqueles que fazem bom trabalho e têm o melhor carro e os pilotos que guiam melhor devem ganhar. Deve ser uma competição justa. Não conseguem chegar ao nível da Mercedes? Invistam mais , trabalhem melhor. “Ai tal a Ferrari ,a Mercedes,a Red Bull, a Renault etc têm muito mais dinheiro para investir do que os outros”. Naturalmente… Ler mais »
A corrida foi excitante porque houve várias equipas apanhadas de surpresa (como a Mercedes) e outras que acertaram em cheio na estratégia (como a Alpha Tauri) e pelo meio uns acidentes e abandonos que fizeram com que a corrida fosse imprevisível. Numa corrida invertida não vai ser assim tão imprevisível, porque as equipas já sabem ao que vão, não vão ser apanhadas de surpresa, no final vai andar tudo como está agora, porque as equipas mais rápidas vão saber como se “desenvencilhar” das mais lentas em poucas voltas. Aliás, basta ver como logo no arranque, um Williams, Haas ou Alfa… Ler mais »
Isto seria uma forma de tentar equilibrar o pelotão quando uma equipa domina. Eventualmente poderão haver outras formas. O certo é que alguma coisa tem de ser feita para impedir este domínio avassalador que a Mercedes tem protagonizado desde 2014, assim como o domínio da Red Bull entre 2010 e 2013 e o domínio da Ferrari entre 2000 e 2004. Veja-se por exemplo a Fórmula E, que tem cada vez mais adeptos e está a ganhar projeção. Nas palavras do próprio campeão, o António Félix da Costa, na Fórmula E faz-se de tudo para prejudicar quem ganha e isso, segundo… Ler mais »
Concordo
Este gajo foi muito desejado por todos para ir para a Liberty mas no entanto dá me a impressão que quando fala sai mais disparates do que da boca do villneuve.
Manter o ADN da F1 com grelhas invertidas é impossível simplesmente porque nunca fez parte e está longe do ADN da F1.
F1 é o melhor conjunto carro/homem fazem o melhor tempo na qualificação e partem de primeiro na corrida e na corrida de 300km ganha a melhor equipa