Depois de ter sido apresentado ao público o protótipo produzido à luz dos novos regulamentos para 2022, a grande dúvida que surgiu – e que só será dissipada nos testes de pré-temporada – foi se os monolugares das equipas seriam muito parecidos, com pouco espaço para os engenheiros encontrarem soluções que possam dar um pouco de vantagem à sua equipa.
Ross Brawn, um dos obreiros da alteração regulamentar na Fórmula 1, em entrevista ao New York Times, deixou claro que o feedback que estão a receber das equipas é que os carros serão diferentes.
“Assim que apresentamos os novos regulamentos foi dito que tínhamos sido muito restritivos, mas como os engenheiros exploram todas as oportunidades, foi divulgado que seria mais fácil do que parecia ter soluções diferentes, e agora o feedback que recebemos é que teremos carros diferentes uns dos outros e do protótipo apresentado”, explicou o diretor da F1. “Enquanto conseguirmos controlar as áreas críticas, sem uma solução muito diferente do que pensamos, podemos permitir variações que serão ótimas para a F1. Se, por outro lado, virmos soluções que não previmos, voltaremos aos nossos planos para analisar os resultados”.
Brawn admitiu ainda que pode existir uma diferença de andamento de equipa para equipa, mas depois de todas as equipas encontrarem as melhores soluções, as margens entre o pelotão serão mais curtas.










