O MotoGP é, neste momento, um dos campeonatos mais interessantes do desporto motorizado, com vários pilotos e equipas a lutarem por vitórias, tornando as corridas imprevisíveis. Para Romain Grosjean, o teto orçamental, planeado para 2021, é a chave para fazer a categoria ser imprevisível novamente.
“Adoro a ideia de um teto orçamental. Sou adepto do MotoGP, e, se olharmos para a classificação de pilotos na MotoGP, Cal Crutchlow é o primeiro e o Johann Zarco é o terceiro. É incrível, porque em todas as corridas qualquer um pode ganhar e estão todos sempre muito juntos. Quando assistimos à corrida, temos sempre uma surpresa, adoraria ver isso na Fórmula 1. Uma corrida a ser vencida pela Mercedes, a próxima pela Ferrari e depois a Red Bull, a Force India e talvez a Haas. Como em 2012, quando tivemos sete vencedores nas primeiras sete corridas. Acho que é ótimo para o espetáculo quando nunca se sabe quem vai ganhar, é emocionante até à última volta”, disse o piloto da Haas.










