A entrada da Andretti na F1 não se afigura fácil, com a FOM e a maioria das equipas de F1 e torcer o nariz a ingresso da estrutura americana. Mas a Renault está disposta a ajudar, se a equipa de facto entrar no Grande Circo.
O plano inicial para a Andretti contava com a Renault que seria a fornecedora de motores. No entanto, um dos critérios para que a equipa visse a porta da F1 abrir-se era a aliança a um construtor, o que foi feito com a parceria com a GM. Inicialmente a parceria não seria muito vincada, com a GM a dar o nome e apoio ao projeto, mas a General Motors confirmou que vai fornecer um motor à Andretti para a F1, com o desenvolvimento previsto para estar concluído em 2027 ou 2028. A Andretti pretende estar na grelha em 2025, o que deixa a Andretti sem motores até a entrada em cena da unidade GM. Mas a Renault mostrou-se aberta a fornecer a equipa.
“Estamos a falar com a Andretti e com a General Motors e estamos felizes por falar com eles”, disse Bruno Famin, vice-presidente da Alpine Motorsport e Diretor interino da equipa Alpine, quando questionado sobre a situação pelo autosport.com. “Se eles entrarem na competição, ficaremos felizes em retomar as conversas. Por enquanto, está um pouco em standby, e não é por nossa causa, é porque a duração do processo é muito, muito, muito mais longa do que o esperado. A FIA demorou muito mais tempo a responder do que disse no início, agora a bola está do lado da F1. Se eles tiverem uma entrada, teremos todo o gosto em discutir [um acordo] com a Andretti. O que eu disse da última vez é que tínhamos um pré-contrato, o pré-contrato expirou, então, de facto, neste momento não temos qualquer compromisso ou qualquer compromisso legal com eles. Mas temos todo o gosto em falar com eles e ver o que podemos fazer em conjunto. Se eles entrarem, é porque terão demonstrado que trarão muito valor acrescentado à F1 e que o valor do campeonato e das equipas não será diluído por causa disso”.











