Desde 2020 que vivemos diariamente com restrições e com altos e baixos nas nossas vidas, tanto a nível pessoal como profissional, devido à pandemia. Uns dias temos notícias animadoras, no seguinte já são notícias piores. A Fórmula 1 não escapa a esta realidade e como desporto que viaja por várias zonas do mundo, tem vindo a ajustar-se conforme a situação pandémica se altera.
Quando o calendário para 2022 foi planeado e anunciado, a situação parecia mais animadora do que aquela que temos vivido nos últimos dias e como aquela que se prevê nos próximos meses. Os países voltam a erguer algumas das restrições e viajar tornou-se novamente um pesadelo. Por isso, a F1 acompanha as alterações nos vários países por onde tem de viajar e estão apreensivos.
“Estaria a mentir se dissesse que não estava um pouco preocupado, estou”, disse Steve Nielsen, diretor desportivo da Fórmula 1 em resposta ao Motorsport.com. “Porque, como muito bem salientou, o otimismo que talvez tivéssemos há uns meses atrás de que a situação da pandemia estava a melhorar, foi um pouco derrubado nas últimas duas ou três semanas. Portanto, é uma situação em constante mudança. Desde o início, esta coisa subiu e caiu, dependendo da região em que entramos. E temos tido de contornar taxas de infeção e tentar encaixar no nosso calendário. Penso que a única coisa a nosso favor é que, obviamente, em 2020 a pandemia era nova em todos os países. E agora, embora ainda seja uma coisa terrível, o mundo está gradualmente a aprender a viver com ela”.
Questionado se F1 tem um plano B, com circuito para receber provas em substituição, como Portimão, Nielsen insistiu que apenas pensam no calendário revelado recentemente. “Honestamente, estamos no Plano A. E não estamos a considerar quaisquer alternativas ao Plano A. Se for necessário, e porque as coisas mudam, faremos isso. Mas isso está muito longe neste momento”.











