Depois de em Zandvoort ter apostado nos pneus mais duros da sua gama, em Monza a Pirelli faz regressar os pneus C2, C3 e C4 para os desafios da catedral da velocidade.
Eliminar a tendência natural de subviragem dos carros atuais será um desafio nas curvas lentas de Monza, sendo necessária estabilidade no eixo traseiro para alcançar um equilíbrio perfeito para as secções rápidas. A tração é importante para assegurar uma boa entrada nas retas vindo das secções mais lentas e técnicas do circuito: outra característica bem conhecida de Monza, com corretores nas chicanes. As configurações aerodinâmicas de baixo apoio, com um pacote específico de baixo arrasto, significam que o foco está mais na aderência mecânica dos pneus.
Mario Isola considera que este ano o sobreaquecimento não deverá ser problema:
“É um grande evento para nós enquanto desfrutamos do nosso 150º aniversário em casa, ao mesmo tempo que Monza também celebra o seu centenário! Portanto, estamos ansiosos por um grande festival de desporto automóvel em Itália, do qual nos podemos sentir muito orgulhosos, pois equipamos os carros mais sofisticados e eficientes da história da Fórmula 1 com pneus de 18 polegadas. Monza é conhecida pelas suas altas velocidades e algumas curvas rápidas onde é importante ter um carro com um equilíbrio perfeito. Os pneus deste ano devem conduzir a menos sobreaquecimento na traseira numa pista onde os carros funcionam com baixo apoio aerodinâmico e utilizam frequentemente os cones de aspiração. Sem corrida de sprint em Monza este ano, as equipas irão para o grande prémio com um pouco menos de informação do que da última vez, o que significa que a abordagem estratégica será um pouco diferente”.











