É um assunto que não agrada à grande maioria dos fãs. As penalizações, devido a trocas de componentes do carro chegaram por vezes a um exagero que roçou o ridículo, com pilotos a receberem 50 lugares de penalização, numa grelha de vinte. Ross Brawn não é fã deste sistema e estão a ser desenvolvidos esforços para que a partir de 2021 esse tipo de penalizações seja reduzido.
As limitações do número de componentes por época tem um objectivo muito simples… economia. Já longe vão os tempos em que as equipas usavam mais de 90 motores por época, numa era em que havia menos corridas que agora. Actualmente as equipas têm de fazer a época apenas com três unidades motrizes (um número talvez demasiado restrito) o que obriga as equipas a gerir com muito mais cuidado o tempo de vida dos componentes. Por conseguinte gasta-se menos. É uma medida eficaz mas que nem sempre ajuda ao espectáculo.
Mas há componentes que frequentemente obrigam a trocas e penalizações. As caixas de velocidades por exemplo, têm de fazer 6 corridas seguidas antes de poderem ser trocadas de novo. Mas um acidente mais violento pode danificar a caixa obrigar o piloto a largar 5 posições abaixo do que se qualificou. Os responsáveis da F1 estão a ponderar usar um sistema semelhante ao das unidades motrizes, em que as equipas terão um número de caixas para usar durante o ano, que terão de gerir da melhor forma. Esta mudança, assim como outras que deverão permitir que os pilotos não sofram tantas penalizações, deverão ser introduzidas em 2021 por altura da chegada dos novos regulamentos. Para já o sistema implementado é para manter. Mas é bom ver que os responsáveis estão atentos a este assunto e estão a ponderar mudanças que são necessárias.











