Pat Fry está prestes a iniciar funções na Williams como diretor técnico e apesar de vir ocupar um lugar bastante importante na equipa de Grove, terá um impacto menor no desenvolvimento do carro do próximo ano, admitiu James Vowles.
Desde a temporada de 2020 que Fry ocupava o mesmo posto dentro da Alpine, tendo passado anteriormente pela Benetton, McLaren, Ferrari e Manor. O interesse da Williams surgiu numa altura que a equipa francesa pretendia reestruturar a sua organização interna, facilitando a saída do engenheiro, que ainda teve de cumprir a licença acordada entre as partes antes de começar a trabalhar. James Vowles sublinhou anteriormente que a contratação de Pat Fry não surgiu de um momento para o outro, tendo sido uma decisão ponderada dos responsáveis da Williams, tentando trazer para a equipa um elemento muito experiente com “novas ideias, novos conceitos”, além de permitir ao chefe de equipa estar mais concentrado no plano de recuperação para os próximos cinco anos.
No entanto, e apesar de começar a trabalhar na Williams num “questão de semanas”, Vowles salienta que “é um curto espaço de tempo entre novembro e o lançamento do carro em fevereiro e não há muito que Pat possa acrescentar ao trabalho inicial do carro de 2024″. O responsável máximo da Williams acredita, porém, que “poderá acrescentar o seu conhecimento e os seus próprios pormenores sobre os aspectos que talvez sejam diferentes dos que ele esperava e corrigir o que pudermos” em algumas áreas do próximo monolugar.












