O novo campeão do Mundo de Fórmula 1 não teve vida fácil para chegar ao seu primeiro título mundial. Contudo e apesar da enorme pressão que estava sobre os seus ombros, nomeadamente com o abrandamento de Lewis Hamilton nas últimas voltas, Nico Rosberg nunca perdeu a calma, situação que mereceu elogios por parte da estrutura diretiva da Mercedes.
“Corridas muitos pilotos podem vencer, mas chegar a um título está relacionado com resistência no decorrer de uma temporada. Esta foi a época mais longa da história da Fórmula 1. Durante a corrida o Nico foi espremido ao máximo e na ultrapassagem ao Max ele sabia que se tivesse perdido o controlo do monolugar tudo estaria acabado. Susteve os nervos apesar da situação e é isto que distingue os grandes campeões”, referiu Paddy Lowe.
Já o diretor-geral da Mercedes, Toto Wolff, sublinhou que “competir com o piloto mais talentoso do pelotão e ainda o ter como companheiro de equipa faz com que vencer um campeonato seja uma grande conquista. Ainda para mais depois de nos últimos anos o Nico ter saído derrotado desta luta”.











Eu também achei logo que aquela ultrapassagem ao Max, pelo que foi e principalmente pelo perigo e ousadia da manobra, pelo contexto, definiu o campeão e a sua cabeça bem controlada.
Eu acho que o Nico esteve bem, mas não me parece que a pressão tenha sido assim tanta. Se estivesse realmente pressionado teria tentado ultrapassar o Hamilton e, caso a manobra corresse mal, até corria menos riscos que o inglês.
Olhem só. Os três “marmanjos” reunidos, provavelmente a conspirar contra o Hamilton.
Se o Rosberg “não teve uma vida fácil” este ano, então digam-me o que é ter um ano difícil para ganhar um campeonato… Mereceu porque esteve lá para amealhar os pontos que o fizeram campeão. Mas também tinha o melhor carro que praticamente o pior que pode fazer é chegar em 2º… Com todos os problemas de fiabilidade que Hamilton teve, se o alemão não ganhasse este campeonato, então era altamente incompetente. Impressionante é que mesmo com todas as desvantagens que Hamilton teve ao longo do ano e recuperou por duas vezes desvantagens brutais (a primeira 43 pontos, a segunda… Ler mais »