Apesar de estar em cima da mesa das negociações há muito, o novo Pacto da Concórdia, que era suposto vigorar durante cinco anos e com começo em 2021, está neste momento em ‘stand by’ pois como se pode calcular há assuntos bem mais prementes para resolver neste momento.
Contudo, com o atual Pacto da Concórdia a terminar no final de 2020 tem que ser encontrada uma solução ‘permanente’ ou de recurso e a ideia que está em cima da mesa passa por um acordo de transição com a validade de um ano.
Sem corrida e com o valor das ações da F1 a cair a pique na NASDAQ: “Antes de qualquer equipa se comprometer por cinco anos, todos nós precisamos saber se vamos conseguir sobreviver a esta crise. “Neste momento isto não é assunto, há coisas mais importantes a fazer neste momento, disse um chefe de equipa não identificado à Auto Motor und Sport.
Como se pode calcular, as discussões têm a ver com o que fazer este ano e como poderá ser 2021, que medidas de austeridade, como adiar o regulamento de 2021, etc. Por isso, acredita-se que um acordo provisório de um ano do Pacto da Concórdia para 2021 pode ser uma solução.
O presidente da FIA, Jean Todt, e o diretor executivo da F1, Chase Carey, estão a pressionar para um limite orçamental inferior a 175 milhões de dólares para 2021, mas nem todos aceitam, especialmente Ferrari e Red Bull. A Mercedes está confortável pois tem o melhor ‘package’. Os outros é que se têm de mexer…










