Sergio Pérez não gostou muito da Force India tê-lo obrigado a ficar atrás de Esteban Ocon, para evitar ‘confrontos’ entre os dois pilotos, que poderiam resultar em mais desistências. Hoje a Force India foi clara: não adianta reclamar, as ordens serão mantidas, pelo menos até o quarto lugar no Mundial de Construtores estar garantido: “Só depois de assegurarmos o quarto lugar é que nos sentaremos com todos e decidiremos se eles poderão disputar posições na pista livremente”, disse Otmar Szafnauer, diretor da equipa.
Como a dupla se vai manter em 2018 Szafnauer já avisou de que na próxima temporada as regras de equipa se vão manter: “A equipa vem em primeiro lugar, sempre. Se eles puderem provar-nos que podem correr de forma inteligente juntos, aí poderemos mudar isso”.












Quer isso dizer que depois de assegurarem o quarto lugar já podem voltar a destruir dois carros por corrida? A Force está cheia de dinheiro.
A equipa precisa de saber se eles aprenderam a lição. Para isso têm de os deixar correr livremente. ( e correrem os riscos inerentes).
Eu gostava de os ver correr livremente, até porque fazem uma dupla bem homogénea.
Parece-me bem, até lá que pensem no que fizeram e os monolugares que destruiram.
É só basófia. Alguém acredita que vai ser indefinidamente até provarem “que se portam bem” ? Alguma vez na vida o Toto, o patrão do Ocon, ou os patrocinadores do Pérez, que são os que pagam as contas de milhões da Force India iriam admitir uma situação dessas? E logo estes, que saíram da McL batendo com a porta na cara do Ron por se recusarem a uma papel de subserviência.
E por causa dos patrocinadores, o Serginho tem de ficar sempre na frente? Que eu saiba, em nenhuma equipa são os patrocinadores a gerir as mesmas.
Essa ideia estupida de que os patrocinadores exigem que o seu piloto fique sempre à frente, onde a foi buscar, alguém que disse ou insinuou tal? Nenhum piloto (chame-se serginho ou não) e patrocinador gosta, pelo contrário, não lhes interessa que ganhem sem competição e com os dados viciados, à vista de todos, quanto mais perder, mas já vi que não enxerga essa ideia.
— Não conhece nenhum patrocinador que gira a equipa? Experimente pesquisar um pouco sobre a carreira desportiva do filho do Lawrence Stroll
Antes que a conversa descambe para onde eu não quero ( e o rodriguezbrm certamente também não), vou terminar esta discussão com esta resposta.
A ideia, a que chama estúpida, surgiu da leitura dos seus comentários. Quanto ao Stroll, um “paitrocínio” é diferente de um patrocínio.