A Pirelli terá pela frente um desafio relativamente simples para o próximo fim-de-semana. A exigência de Hockenheim nos pneus não é grande e por isso a marca italiana levou os compostos C2, C3 e C4. Comparando com Silverstone, as borrachas a usar serão mais macias.
O atrito do asfalto e as cargas laterais não são exageradas e o desgaste deverá ser fácil de controlar, apesar da menor carga aerodinâmica que os carros deverão ter, para aproveitar ao máximo a velocidade de ponta nos sectores um e dois.
A única surpresa que poderá surgir dos céus, com a chuva a ameaçar visitar Hockenheim durante o fim de semana, segundo as últimas previsões. Mário Isola prevê um fim de semana simples para as equipas, na gestão das borrachas:
“Hockenheim não é uma pista com a qual as equipas estejam completamente familiarizadas; Por muitos anos, alternou-se com o Nurburgring, depois saiu do calendário, antes de regressar no ano passado. No entanto, não há nada sobre a pista que seja uma particular surpresa, com as exigências e forças a que os pneus são sujeitos a serem bastante equilibradas. Uma excepção é a secção Motodrom e outra coisa a ter em conta são as curvas 12 e 13. O desgaste e a degradação são geralmente baixos, e no passado vimos alguns stints longos. Como vimos na temporada passada, o clima é difícil de prever em Hockenheim nesta época do ano e isso certamente poderá ser um dos principais factores que influenciarão as estratégias ”.












