Apesar de tudo o que tem sucedido em 2020 pelo mundo, a época de Fórmula 1 está agora a uma semana de distância e uma das coisas mais interessantes é o plantel de 2020. Podemos discutir se a grelha de partida de 2020 estará mais ou menos cativante.
Seria possível recuar no tempo e encontrar temporadas com muitos pilotos, muita juventude, mas vamos até 2012, o ano em que mais campeões do mundo estavam na grelha de partida, nada menos que seis: Sebastian Vettel, Fernando Alonso, Kimi Raikkonen, Lewis Hamilton, Jenson Button e Michael Schumacher. Esse número não se voltou a repetir e em 2020 serão apenas três os campeões do Mundo: Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen. Mas a chave para uma temporada que poderá ser muito interessante, é a juventude!
Max Verstappen, Charles Leclerc, Lando Norris, Esteban Ocon, George Russell, Alex Albon, asseguram que a Fórmula 1 tem um futuro brilhante e que tem entre estes “miúdos” muitos que podem ser heróis dos futuros adeptos da Fórmula 1.
O facto das dança das cadeiras não ter acontecido para 2020 – ao contrário do que já sucedeu para 2021 – permite que o plantel seja mais ou menos o mesmo e à juventude se possa juntar homens como Daniel Ricciardo, Valteri Bottas. Ou seja, mesmo que a opção para a vitória esteja circunscrita aos mesmos – entre eles estão Leclerc e Verstappen – os jovens e os aspirantes a novos contratos vão dar muitas dores de cabeça aos ‘veteranos’.












Max Verstappen, Charles Leclerc, Lando Norris, Esteban Ocon, George Russell, Alex Albon…
Acontece que todos têm mais um ano que em 2019…
O que a torna mais jovem são as saídas de Hulk e Kubica
O que torna interessante é ter duas jovens promessas nas duas de três equipas competitivas e ter um veterano com experiência como o actual campeão.
Isso e ter outras jovens promessas espalhadas pelas equipas, Ocon, Norris, Russell, entre pilotos medíocres como o Grosjean e o Latifi (embora este último tem o benefício da dúvida, ainda agora chegou).