Ao contrário de 2020, em 2021 a Fórmula 1 terá mais do que um novo nome na grelha. Nikita Mazepin, Mick Schumacher na Haas e Yuki Tsunoda na AlphaTauri.
Schumacher é certamente o nome mais sonante. O alemão, campeão da Fórmula 2 em 2020, traz um dos apelidos mais míticos de volta à grelha. Filho de Michael Schumacher, a chegada de Mick não será apenas uma simples manobra de publicidade. Campeão em 2018 da Fórmula 3 regional e o título de 2020 da Fórmula 2 mostram que o jovem alemão não está só pelo nome na Fórmula 1 em 2021 e certamente, como piloto da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari, vai querer impressionar os italianos.
A AlphaTauri traz de volta à grelha da Fórmula 1 um piloto japonês, algo que não acontecia desde 2014, quando Kamui Kobayashi esteve na Caterham. Yuki Tsunoda substitui Daniil Kvyat e o jovem nipónico impressionou nestas duas últimas temporadas. Em 2019, foi nono classificado na estreia na Fórmula 3 e em 2020 impressionou ainda mais ao conquistar a terceira posição na temporada de estreia na Fórmula 2. Considerado o ‘estreante’ do ano pela Comissão de Pilotos da FIA, Tsunoda vai querer impressionar o universo Red Bull em 2021.
Por fim, Nikita Mazepin tem sido muito criticado pelos adeptos da Fórmula 1. Depois da controvérsia em que o russo se viu envolvido, a Haas decidiu continuar com a sua aposta no piloto. Em termos de resultados desportivos, Mazepin foi segundo na GP3 Series em 2018 e terceiro na Fórmula 3 Asiática em 2019/2020. Em 2020, na Fórmula 2, terminou o campeonato na quinta posição.










