A FIA introduziu no regulamento desportivo em 2013, o período de encerramento obrigatório de 14 dias para a Fórmula 1, a ser cumprido em Julho e/ou Agosto, com a intenção de forçar as equipas a garantir que o pessoal tenha uma pausa a meio da época.
Durante o período definido pelo artigo 21.8 do regulamento desportivo da FIA, as fábricas podem estar abertas e com algum trabalho, mas é muito restrito sobre aquilo que as equipas não podem mesmo fazer durante estes 14 dias.
Com pequenas exceções, tudo o que seja trabalhar no carro, é proibido. Algumas das exceções são: reparação do monolugar se gravemente danificado durante a corrida antes do encerramento (através de permissão da FIA); montagem e utilização de automóveis mais antigos, mas sem produção ou manutenção de peças atuais; utilização do túnel de vento para projetos não relacionados com F1 ou manutenção do túnel de vento e outras instalações; simulações em CFD para projetos que não estão relacionados com F1, ou atualização do software; marketing. Além do departamento de marketing, também os trabalhos relacionados com finanças e o departamento jurídico também estão autorizados a desempenhar funções nesta altura do ano.
Algo que é importante durante os 14 dias com a fábrica parada, são as atualizações de software nos sistemas sem que ocorram interrupções, assim como a manutenção de ferramentas importantes, como acontece com o túnel de vento e máquinas de produção de componentes.
Os funcionários das equipas devem ter mesmo este tempo para descansar e sem que as estruturas possam sequer enviar-lhes e-mails ou mensagens de WhatsApp, como explicou Ron Meadows, diretor desportivo da Mercedes ao Auto Motor und Sport. Nem pensar em reuniões para preparar as próximas corridas, como é óbvio.










