O mercado de pilotos de 2019 tornou-se animado de forma surpreendente, graças aos actores principais do ano passado. Renault e Red Bull agitaram as águas em 2018 e em 2019 foram também estas duas equipas a provocar mais mexidas.
A contratação de Esteban Ocon para a Renault deixou Nico Hulkenberg sem equipa para 2020, para já, e o destino deste piloto irá decidir o resto do mercado.
Para já temos seis equipa com o alinhamento confirmado para 2020: Mercedes, Ferrari, McLaren, Renault, Racing Point e Haas têm a questão dos pilotos resolvida e deste lote apenas a Renault optou por uma mudança, sendo que as outras cinco equipas optaram pela continuidade.
Red Bull, Alfa Romeo, Toro Rosso e Williams são as equipas ainda em fase de definição. Do lado da Red Bull espera-se que o cenário se mantenha igual. Alex Albon tem mostrado que a equipa pode contar com ele e a sua permanência começa a ganhar força, o que irá manter Daniil Kvyat e Pierre Gasly na Toro Rosso, pois não há nenhum jovem talento da academia da Red Bull à espera de ser promovido.
Sobram assim a Alfa Romeo e a Williams. A Alfa tem Kimi Raikkonen assegurado até 2020, mas poderá ponderar dispensar Antonio Giovinazzi, cujas prestações têm desiludido. O italiano tem o apoio da Ferrari mas se os resultados não melhorarem, Frédéric Vasseur deverá fazer força para ir buscar Nico Hulkenberg, uma solução “de luxo” para a equipa. Está nas mãos de Giovinazzi e se o italiano encontrar o caminho das boas prestações, pode manter o lugar.
A Williams deverá ter um piloto novo em 2020. Robert Kubica parece estar de saída e Nicholas Latifi era até hoje a opção mais forte para a possível vaga. Mas com Nico Hulkenberg no mercado a equipa poderá mudar de ideias. Depende também da capacidade financeira da estrutura para ter um piloto com o currículo de Hulkenberg e abdicar de um piloto que possa trazer mais dinheiro. O grid para 2020 está praticamente definido, mas o que falta irá certamente animar o mercado por mais umas semanas.











