A renovação de Lewis Hamilton, que até agora seguia em ritmo morno, para não dizer frio, poderá ter de ser apressada.
A F1 estará prestes a introduzir um limite orçamental para o salário dos pilotos o que poderá afetar significativamente Hamilton. O plano foi discutido durante a videoconferência da Comissão da F1 na segunda-feira, envolvendo o presidente da FIA, Jean Todt, o atual CEO da F1, Chase Carey, e o sucessor Stefano Domenicali, bem como representantes das 10 equipas.
Fala-se de um limite de 30 milhões de dólares para pilotos, a ser divido pelos dois pilotos de cada equipa a entrar em vigor a partir de 2023. Se o contrato de Hamilton com a Mercedes for assinado depois do novo limite ser acordado, o britânico poderá sofrer um corte significativo em 2023.
Hamilton ganha 40 milhões de dólares / época um valor já acima do limite que deverá ser imposto para os dois pilotos de cada equipa. Isto terá implicações nas discussões entre ambas as partes, no que diz respeito a valores e duração do contrato. Parece que Hamilton e a Mercedes terão mesmo de arranjar tempo nos próximos dias para se sentarem à mesa.











