Nico Hülkenberg foi o escolhido por Günther Steiner para substituir Mick Schumacher como piloto da Haas para 2023, tendo inclusivamente um episódio da nova temporada da série documental ‘Drive To Survive’, onde esta situação é referida, dado origem a uma polémica com o responsável da equipa norte-americana, que foi gravado a dizer que o talento não pode ser adquirido, referindo-se a Schumacher.
Hülkenberg escapou a esta polémica, mantendo-se afastado dela. O piloto alemão, que não teve vida fácil na primeira corrida do ano, assim como o seu companheiro de equipa Kevin Magnussen, admitiu ao F1.com que as corridas que realizou em 2022, substituindo Sebastian Vettel na Aston Martin, abriram-lhe a porta para o regresso à Fórmula 1, que pensava ser impossível.
“Penso que foram a chave para abrir as portas para mim”, admitiu Hulkenberg sobre as corridas da temporada passada. “Duvido muito que, sem as duas corridas no início do ano passado, tivesse conseguido o lugar. Colocou-me novamente no mapa com Günther, com a equipa aqui presente. Eles viram: ‘Muito bem, este tipo ainda sabe onde está o pedal do acelerador!’”.
O piloto alemão da Haas considera ainda que o mesmo se passou com Nyck de Vries, agora adversário na AlphaTauri. “Outro exemplo é Nyck de Vries. Sem a sua corrida em Monza, a oportunidade no ano passado, não tenho a certeza que teria tido lugar [em 2023]”.
Hülkenberg explicou que em 2020 queria algum tempo para descansar, mas que foi difícil ficar de fora da Fórmula 1 na temporada seguinte e que em 2022 só queria regressar e ter uma oportunidade, algo que aconteceu agora.












