Com a grelha de 2020 praticamente definida, parece cada vez mais certo que Nico Hulkenberg não estará na F1 na próxima época. O piloto alemão falhou a ida para a Haas e perdeu também a vaga na Alfa Romeo.
Os termos “falhar” e “perdeu” podem até ser exagerados pois não sabemos ao certo o real interesse do piloto. Se no caso da Haas fazia sentido a entrada do alemão, na Alfa Romeo, Hulkenberg talvez não tivesse tanto interesse pois a segunda metade da época foi má e os rumores que dizem que a Alfa poderá sair da F1 no final de 2020 também não inspiram muita confiança.
Hulkenberg já disse publicamente que não aceitará um papel de piloto de desenvolvimento ou de simulador e que não está com pressa pois quer o desafio certo. O desafio mais aliciante para o alemão poderia ser o WEC. Hulkenberg já venceu Le Mans e certamente não se importaria de tentar de novo, mas as vagas da Toyota estão preenchidas, na Rebellion o cenário é idêntico e apenas a Ginetta poderia ser uma opção, embora Hulkenberg não pareça ter vontade de assumir um projecto numa equipa privada. Além disso a época já decorre e o alemão chegaria a meio.
O IMSA não pode ser descartado pois é um campeonato cada vez com mais interesse, mas até aí as vagas para receber Hulkenberg parecem ser cada vez menores. Pessoalmente, apenas vejo o WRX ou o DTM como opções, com a competição alemã a fazer muito mais sentido. Falamos de um campeonato interessante, especialmente para um alemão e que poderá permitir a Hulk manter-se em forma para um possível regresso em 2021. O WRX seria um desafio completamente diferente e fora da caixa para o piloto, mas sem a participação oficial de marcas talvez seja difícil convence-lo.
Hulkenberg já disse nas redes sociais que os rumores da sua ida para o DTM são falsos, mas começa a ser difícil vislumbrar outra solução interessante, para um piloto que certamente não quererá ficar parado um ano.












