A Ferrari deu um enorme salto em competitividade esta época na F1, mas segundo o seu responsável de motores não foi fácil. Luigi Fraboni também revela que ao longo da temporada a unidade de potência do SF70 H vai ser alvo que constante desenvolvimento,
A situação atual da equipa de Maranello é alvo de admiração geral, mas resulta de um trabalhado intenso e meticuloso ao longo do inverno, e é um processo em andamento.E no que toca a motores isso reflete-se não apenas nos resultados em corrida, mas já também em treinos e qualificação, com a obtenção da ‘pole-position’ por parte de Sebastian Vettel na Rússia. Fraboni não sabe precisar onde a Ferrari registou mais ganhos relativamente à rival Mercedes: “É difícil dizer quem é melhor ou quem é mais lento. Penso que o andamento dos carros é muito semelhante nas últimas corridas, e claro que a avaliação da potência depende da pista em que se está e do carro. Mas pelo que percebemos estamos onde queremos”.
O que terá mudado na equipa italiana para a obtenção de resultados muito melhores do que os de 2016? Para muitos terá sido a atitude, porque Maurizio Arrivabene já lá estava e havia até tensões entre o diretor da equipa e Sebastian Vettel. Mas Fraboni diz que todos são ‘culpados’ e na fábrica a Ferrari não se poupou a esforços. “Foi um trabalho muito duro durante o inverno, porque sabíamos que a abordagem seria fazer as coisas bem e dar o máximo, mas também reconhecíamos que tínhamos de anular alguma da diferença que tínhamos (relativamente à Mercedes). E acho que trabalhamos em todas as áreas”, afirma o técnico italiano.
Nos anos anteriores a Ferrari foi acusada de começar bem mas depois ir perdendo o ‘gás’ ao longo da temporada, enquanto as rivais melhoravam. Mas Luigi Fraboni acredita que este ano será diferente: “Precisamos de trabalhar nos sistemas de recuperação de energia, na fiabilidade e no peso. Por isso todos esses itens estão na nossa lista e fizemos bastante nesse sentido”, garante o responsável de motores da ‘Scuderia’. “Estamos muito contentes com os resultados que alcançamos mas ainda não são os que queremos obter no final, porque ainda desenvolvemos o motor”, afiança Fraboni, a quem a retirada dos ‘token’ do regulamento foi uma boa medida, pois isso permite desenvolver continuamente o propulsor de Maranello e dar o máximo a cada corrida.











Se não é fácil para a Ferrari, que dirão as outras equipas.
Segundo alguns especialistas, deve-se à Pirelli que faz pneus especiais para a Ferrari, que os comissários só penalizam o Hamilton, que o Kimi deixa passar o Vettel e isso não pode ser, bla bla bla.
Ferrari, a incomodar desde 1950. Piu, piu, piu!
E recebe mais dinheiro que as outras e é protegida pela FIA, falta acrescentar. Aliás, é precisamente por esta última razão que tem vencido os campeonatos todos desde 2008.
Esqueceste-te de referir a aerodinâmica superior do dedo do Vettel. Que antes criava azia e indignação nos tiffosi e agora é o dedo espetado favorito dos adeptos da Ferrari. 😛
A F1 precisa da Ferrari, como a Ferrari precisa da F1.
Imaginem as consequências de uma saída da Ferrari, tanto para a equipa como para o campeonato.
Olhem por exemplo no WRC com saída da Subaru/Mitsubishi, toda a gente ficou a perder.
Essa da F1 precisar da Ferrari é uma grande treta. Já muitas históricas se foram embora e a F1 não acabou por isso. A Ferrari precisa bem mais da F1 que a F1 da Ferrari. Simplesmente porque a Ferrari aposta toda a sua imagem nesta categoria, foi lá que nasceu, é de lá que vem o pedigree da marca. Ferrari sem estar na F1 não faz sentido. A F1 sem a Ferrari continua, ia doer? Ia, mas aos poucos outras marcas preenchem esse vazio. Já o vazio de não estar na F1, uma montra quase natural para vender a sua… Ler mais »
Verdade e ainda choro todos os dias pelas saudades desses saudosos gr. A, no entanto a Ferrari é corrupta e somente mantém a magia para quem anda desinformado. Na realidade é difícil saber o que vale a Ferrari, pois tentam manipular e controlar tudo. Agora com YouTube e testes independentes, onde está a grande Ferrari, com altíssimo pedigree de corridas? Atrás de Porsche, Lamborghini e McLaren. Quem tem mantido a bolha comercial são os devotos, por isso não ficaria triste que levassem um banho de humildade e o estatuto na F1 lhes fosse retirado.