A diferença de andamento da Mercedes para as equipas da frente deve-se a vários fatores. Os problemas provocados pelo efeito oscilatório são grande parte da questão, mas a valia da nova unidade motriz, pensada para receber o combustível E10, também está em causa.
Os engenheiros da equipa não contam encontrar uma solução rápida para todos os problemas e segundo a Auto, Motor und Sport, só a unidade motriz está a custar entre 0.1 a 0.2 seg. por volta. Assim, a Mercedes terá que trabalhar a todo o gás para recuperar os atrasos face à concorrência, o que significa canalizar recursos para melhorar o chassis e a unidade motriz, o que em tempo de limite orçamental pode ser uma equação difícil de resolver.










