Monisha Kaltenborn, antiga chefe da Sauber, lamentou que Pascal Wehrlein não continue com a equipa suíça em 2018. O piloto alemão, responsável por marcar todos os cinco pontos da Sauber em 2017, foi substituído por Charles Leclerc, atual campeão da F2 e membro do programa de desenvolvimento da Ferrari, que passa a ter um controle maior na Sauber, através do patrocínio da Alfa Romeo. Para Monisha, que deixou a Sauber em junho deste ano, Wehrlein tem todas as condições para, não só permanecer na F1, mas também para se destacar dentro dela.
“Acho que a sua performance em 2017 ainda não é apreciada de maneira apropriada. Sem ele, a equipa não teria marcado nenhum ponto. Apenas espero que ele continue a ter o que merece na F1, o que é, acima de tudo, um lugar. Pascal tem o potencial para ser campeão mundial. Todos os que trabalharam com ele sabem disso”.
Wehrlein, piloto protegido da Mercedes, ainda não definiu o que fará em 2018.









São altas as probabilidades de ficar pendurado! Tem potencial, deu os pontos à Sauber mas o Ericsson acabou a época taco-a-taco. Tive pena quando a Mercedes o “encostou” na Sauber, mas ainda não me convenceu
Nesta equipa quem pontua e “salva” a equipa para receber a verba correspondente, no final do ano sai!
2016 – Felipe Nasr
2017 – Pascal Wehrlein
Boa Ericsson! Belos padrinhos que tu tens!
Se a Monisha for tão boa a avaliar pilotos como a gerir equipas… percebe-se o porquê do Wehrlein ter ficado apeado.
É verdade que o Ericsson tem grandes padrinhos (que até compraram a Sauber), mas também é verdade que o Wehrlein ainda não mostrou nada de especial, talvez que os monolugares não sejam bem a “praia” dele, talvez seja melhor em carros fechados, como o DTM.
O Pascoal tem potencial para ser campeão mundial, mas não de Fórmula 1.
É um bocado difícil avaliar pilotos em monolugares tão maus como um Manor (Ocon) ou um Sauber (Wehrlein/Ericsson).
Acho que para avaliar se Wehrlein é realmente algo de jeito tinham de o por na Force India, ao lado do Ocon.