A Aston Martin tem tido melhores resultados do que Ferrari e Mercedes neste princípio de temporada, mas as equipas adversárias prometem apresentar mais atualizações nos seus carros, principalmente uma grande alteração no W14 da equipa de Brackley, que podem alterar o rumo dos acontecimentos. Apesar de ter mais tempo de desenvolvimento do que qualquer das 4 equipas que ocupam os primeiros lugares da classificação, por terem terminado no 7º posto do mundial de construtores em 2022, o chefe de equipa da Aston Martin é cauteloso e afirma que isso pode não ser um trunfo em relação aos adversários.
Mike Krack explicou ao F1.com que “mesmo que se tenha mais tempo disponível para desenvolver, não significa que se acabe com um carro melhor do que a concorrência. O sucesso está relacionado com aquilo que já temos de base, com o conhecimento que adquirimos antes e o que outros estão a fazer”. O responsável da equipa de Silverstone garantiu que “é muito importante percebermos o nosso carro antes de apresentar grandes alterações [atualizações], porque pode correr muito mal e gastarmos muito dinheiro”. Ou seja, não é por terem mais recursos para desenvolver um bom carro base, como tem mostrado ser o AMR23, que a Aston Martin vai terminar com o melhor carro da grelha. “Em todas as sessões temos de entender quais são os pontos fracos do nosso carro – não basta identificá-los, mas confirmá-los também – antes de fazer grandes modificações. É isso que estamos a fazer”, afirmou ainda Krack.










