O ano passado, a Aston Martin também ficou em quinto no campeonato, mas terminou a 22 pontos do quarto lugar e não a 218 como está agora…
Depois de quatro corridas seguidas nos lugares pontuáveis, tanto Fernando Alonso quanto Lance Stroll ficaram fora do top 10, o que sucedeu à Aston Martin pela quarta vez este ano. A equipa já esperava não ter um bom desempenho em Monza e Fernando Alonso terminou a corrida a dizer pela rádio que o seu 11º lugar foi “muito melhor do que o esperado”, o que deixa claro o que o piloto sentia à partida do Grande Prémio. O problema não foi só a elevada degradação dos pneus, mas também muito pouca velocidade no seu monolugar, o que já sucede há longos meses. Para que se perceba melhor o ‘drama’: foi batida pela Williams e pela Haas.
Para Mike Krack, Diretor da Equipa: “Olhando para os carros que terminaram à nossa volta, é tentador dizer que podíamos ter tentado uma estratégia de uma paragem, mas sabemos que o nosso carro é duro com os pneus e não era uma decisão fácil.
Vimos outras equipas a enfrentarem a mesma decisão difícil. O Fernando esteve na luta pelos pontos durante toda a tarde e até à última volta – perseguindo o Albon e o Magnussen – mas acabámos por ficar sem voltas no final. Sempre soubemos que seria uma corrida difícil e precisamos de encontrar mais desempenho para competir neste pelotão tão equilibrado. Vamos manter a cabeça fria para voltarmos mais fortes em Baku”, disse Krack, que certamente não se referiu ao pelotão equilibrado da metade da frente, pois neste momento está a competir em termos de performance com as equipas do segundo pelotão. O ano passado a equipa também ficou em quinto no campeonato, mas ficou a 22 pontos do quarto lugar e não a 218 como está agora…











