Confirmado que está o calendário da Fórmula 1 para a época que se avizinha, das 23 provas agendadas, oito serão realizadas em circuitos citadinos ou não-permanentes. São eles Mónaco, Austrália, Canadá, Azerbaijão, Miami, Arábia Saudita, Singapura e Las Vegas.
Apesar de algumas opiniões contrárias à realização dos Grandes Prémios de Fórmula 1 em circuitos citadinos, como acontece com Max Verstappen, o antigo piloto e bicampeão do mundo Mika Häkkinen vê com bons olhos a integração de mais deste tipo de pistas no calendário.
“Sabemos que as cidades podem oferecer mais atrações aos fãs”, disse Häkkinen à publicação Top Gear. “Têm restaurantes, têm centros comerciais, têm hotéis bonitos. As pessoas podem ver a corrida a partir da sua varanda. E se puderem ver de um barco, é um luxo. A Fórmula 1 é a Fórmula 1, é um negócio de luxo e as pessoas podem desfrutar de uma atmosfera incrível. Por isso, é brilhante ter corridas nas cidades”.
O finlandês enalteceu ainda o desafio diferente que é pilotar nas ruas das cidades. “Apresenta mais desafios para as equipas e para os pilotos, mas os pilotos são pagos para aceitarem estes desafios e darem um grande espetáculo para os adeptos”. Embora considere ser bom para o espetáculo, Häkkinen salientou que é necessário um equilíbrio entre corridas neste tipo de traçados e nos circuitos permanentes. “Nem todas as corridas podem ser nas cidades, e nem todas fora das cidades. Portanto, tem de haver um equilíbrio”, concluiu.










