Mick Schumacher é mais um dos pilotos que considera não serem grandes as diferenças entre os carros do ano passado e os de este ano. O jovem piloto alemão, que vai entrar na sua segunda temporada na F1 comentou as diferenças de um ano para o outro e revelou que o segredo para bons resultados estará nos detalhes:
“Não diria que as diferenças são como a noite e o dia”, disse Schumacher aos media, quando questionado sobre o comportamento dos carros. “Ainda andamos em círculos e depressa! Penso que no geral, sem entrar demasiado em pormenores, temos de nos readaptar. Temos de analisar as coisas de forma diferente e provavelmente abordar as coisas de forma diferente. Haverá preocupações diferentes em relação ao ano passado, e trata-se apenas de ser um dos pilotos mais rápidos a analisá-las e a compreendê-las para que, no final, ter as ferramentas de que preciso para sobreviver à corrida da forma correta”.
“Penso que o principal é o peso”, disse ele. “Obviamente que isso se sente em quase todas as curvas – na maior parte das vezes em curvas de baixa velocidade. Mas, no geral, gosto de pilotar estes carros. Penso que o sentimento inicial é positivo”.











Este jovem, não tem propriamente culpa, mas dificilmente vai perceber que não tem mérito nenhum para estar na F1. Como é bem evidente só o nome o salva… mas até quando, mesmo e apesar de toda a proteção de todos os dirigentes.
Não nota diferença nenhuma entre os carros, e até tem razão, pois vai continuar a ser o pior carro do plantel.
Ele foi campeão de F2… não será suficiente?
Tem razão… mais que suficiente!!!
Acho curioso haver quem diga que um piloto que em qualificação deu 20-2 ao seu colega de equipa não merece estar na F1, e isto quando foi campeão de F3 e F2! O rapaz não será o melhor piloto da história, mas daí a dizer que não merece estar na F1…
Não leve a mal o meu comentário, que está na origem destas curiosidades… mas a verdade é que a sua curiosidade levou-me a contabilizar o pressuposto com outro grande piloto de F1, um tal Latifi e que saber qual foi o resultado, pois … mas o Mazepin é ou pode ser referência para qualquer critério de qualidade de piloto de F1. Eu sei que a Willíam ficou em 8.º e a Haas em 10°, mas não arrisquei fazer a contabilização com outro grande piloto, da 9.a classificada Alfa Romeo, Giovinazzi, porque nem imagino o resultado… já agora continuando a imaginar,… Ler mais »
E depois de tanta coisa chegaste à conclusão: “eu estou na bancada”. Começa todo os comentários por essa conclusão e vais ver que acalmas logo.
Abraço aqui da bancada ao lado
De modo algum levo a mal o seu comentário, opiniões cada um tem a sua e valem o que valem. Sim, todos sabemos que esteve na Prema etc. etc. e que o nome lhe terá aberto algumas portas, mas… ganhou ou não? Curiosamente também não vejo como pegar por aí. Por outro lado à falta de melhor termo de comparação, Mazepin terá que servir, pois comparar um rookie ao volante daquele que era de longe o pior carro com Giovinazzi e Latifi, que além da diferença de equipamento, estiveram em 2021 a fazer respectivamente a sua 3º e 2º época… Ler mais »
Comentário com um racional correto, que eu aceito como um bom ponto de vista muito válido.
Abraço desportivo.
Parece que o Autosport, tem uma publicação sobre uma citação do jovem que esclarece melhor o seu pensamento como piloto de alta competição.