Apesar de todos os esforços de Michael Andretti, a entrada da sua equipa na F1 não parece ser, para já, uma realidade tangível. A FIA já mostrou interesse em aumentar o leque de equipas, mas a F1 não parece muito inclinada para tal. Andretti fala em ganância.
Dinheiro. Dizem que é o que faz girar o mundo. Nos negócios a frase faz todo o sentido e a F1, além de um desporto, é também um grande negócio e quem está envolvido não quer perder dinheiro. É por isso que Andretti diz que a ganância está por trás da receção menos positiva das equipas:
“É tudo uma questão de dinheiro”, disse Andretti, citado pelo autosport.com. “Primeiro, pensam que vão ficar perder um décimo do seu prémio monetário, mas também não gostam de pensar que vamos ficar com todos os patrocinadores americanos. É tudo uma questão de ganância e de olhar para si próprios e não olhar para o que é melhor para o crescimento geral da série. Não estou surpreendido”, acrescentou ele. “Na F1, os proprietários cuidam de si próprios; não do que é melhor para o campeonato. Essa é a diferença entre a posição do Presidente Mohammed [ Ben Sulayem] e a posição de um dono de equipa. O Presidente Mohammed está a olhar para o futuro do desporto. Ele é piloto e compreende que o campeonato precisa de ter mais uma ou duas equipas. É um campeonato da FIA, e detém a maioria das cartas para conseguir a expressão de interesse”.









