A Mercedes rejeitou a sugestão feita por Eddie Jordan que irá passar apenas a fornecedor de motores acabando com a sua própria equipa de F1 no final de 2018. Após o Grande Prémio do Mónaco Jordan avançou com tal hipótese, prontamente negada pelo responsável desportivo da marca de Estugarda.
“O Mónaco é um local onde as pessoas gostam de festejar e parece que alguém deu muita importância a certas coisas. Os rumores são completamente infundados e refletem nada mais do que especulação de um individuo”, reiterou Toto Wolff. “A Mercedes tem contratos sólidos para a sua participação na Fórmula 1 até ao final de 2020 – e atualmente está em negociações para o próximo ciclo competitivo com os novos responsáveis pelo desporto”, fez a ainda questão de salientar o diretor da equipa Campeã do Mundo.
A Mercedes participa de forma contínua na F1 desde 1994, quando regresso como fornecedor de motores à Sauber, mudando para a McLaren no ano seguinte, conseguindo grande sucesso com a equipa de Woking em 1998, 1999 e 2008. No final de 2009 adquiriu a Brawn GP e criou a sua própria equipa oficial. Desde 2014 tem dominado o campeonato, apesar de em 2017 conhecer um grande desafio por parte da Ferrari.









Muito gosta o Eddie Jordan de dar bitaites…
Era a melhor coisa que faziam.
Porquê?
Não, por favor. Sem a Mercedes não havia Mercedários e sem Mercedários não há diversão.
Dói assim tanto?
Iam sair quando ainda são uma das equipas de topo e investiram milhões para estar nessa posição. Acho que isso só passa na cabeça do Helmut Marko.
Saem para se prepararem para uma nova mudança de regras que lhes dê vantagens por antecipação, como fizeram… Daqui a meia dúzia de anos, vais vê-los regressar!
Não me custa nada acreditar que a Mercedes não esteja disposta às “brincadeiras” da FIA/Ferrari e bata com a porta até totalmente, desligando-se desta competição. Se “era de toda a conveniência que a Ferrari ganhasse este ano por causa do negócio, etc” se confirmar, pois que arranjem outro “urso” para dançar, que não será certamente o grupo Daimler. Digo eu !